Relaxe e… diga sim

Relaxe e diga sim

Fotos: Vogue UK | Meditation

Listas, dúvidas, contas, escolhas… com tanta decisão a ser tomada, dizer não ao estresse é essencial. Enquanto se espera uma festa maravilhosa e inesquecível, a realidade é que a preparação pode ser um tanto quanto cansativa e trabalhosa. Afinal tem um tanto de ansiedade para se tomar as decisões certas, realizar o sonho e ainda fazer tudo caber no orçamento.

Relaxe e diga sim

Foto: Bridal Musings

Embora as soluções práticas passem pela escolha de uma cerimonialista maravilhosa, vale também contar com uma forcinha para o corpo e o astral segurarem a onda na hora de organizar tudo, afinal, é para ser um momento divertido e feliz. Não abra mão de uma prática relaxante para te ajudar a manter a energia lá no alto.

Relaxe e diga sim

Foto: Vogue UK

Se a meditação é a primeira coisa que vem a cabeça, mas você não sabe por onde começar, pode ser bem mais simples do que você imagina. Alguns minutinhos por dia já são incríveis para aquietar a alma e mandar a ansiedade embora. O aplicativo português 5 minutos prega que só esse tempo já basta para esvaziar a mente e relaxar.

Relaxe e diga sim

Foto: Bridal Musings

Para as mais enérgicas, vale escolher um esporte e se jogar, mas dê preferência para algo que não deixe espaço para cabeça começar a ter ideias (ou mudar de ideias!). A ioga é ideal, uma boa massagem e acupuntura também têm o seu lugar, vale apostar.

E, claro, também valem práticas mais espiritualizadas como Reiki e Pranaterapia, uma ferramenta de reorganização energética que promete deixar você nova em folha e para lá de zen. A festa é sua e por mais que seja normal querer que tudo seja perfeito, o mais importante é aproveitar!

Do fundo do mar

Do fundo do mar

Foto: BBC

 Como já contamos para vocês aqui, a dieta mediterrânea faz da Itália um dos países mais saudáveis do mundo quando o assunto é gastronomia e nutrição. E o peixe é um dos principais responsáveis por isso. Sua carne é uma excelente fonte de proteínas, ômega 3, vitamina D, cálcio, ferro, iodo, fósforo, potássio, vitamina B12, entre outros nutrientes importantes para a saúde do coração, tireoide, ossos, cérebro, músculos e células sanguíneas por exemplo.

Do fundo do mar

Foto: Health.com

Os peixes, além de nutritivos, são leves, saudáveis e no geral magros. O pescado de carne branca contém baixo teor de gordura e são de fácil digestão, por isto indico seu consumo regular, de preferência de 3 a 4 vezes por semana.  Já os peixes coloridos como atum, salmão e bacalhau são ricos em ácido graxo ômega 3, que é um tipo de gordura essencial com ação anti-inflamatória e extremamente saudável para o coração mas que agrega em calorias e pode pesar na digestão de pessoas com o estômago sensível.

Do fundo do mar

Foto: Health.com

 Os frutos do mar (camarão, ostra, lagosta, siri, mexilhão, lula e polvo) também são magros e excelentes fontes de proteínas, ômega 3, minerais (fósforo, potássio, zinco, iodo, selênio) e vitaminas, principalmente as do complexo B, C e D. Porém entre 3 e 5% da população brasileira apresenta algum tipo de alergia aos frutos do mar e, nesses casos, seu consumo deve ser evitado. Para os não alérgicos, o cuidado se limita à questão do colesterol, já que esse grupo possui um elevado teor. Outro aspecto negativo é a presença de purina, principalmente no camarão, que pode levar a um aumento do ácido úrico (metabólito tóxico) no organismo. Ou seja, o consumo dos frutos do mar, dentro de uma dieta equilibrada, sem excessos na quantidade e na frequência, não trará riscos para a saúde. Eu recomendo limitar o consumo de camarão, lagosta, siri, ostra e mexilhão para 2 vezes ao mês. Já a lula e o polvo podem ser consumidos até 2 vezes por semana.

Do fundo do mar

Foto: Simply Recipes | Cafe Delites

A  preparação dos peixes e frutos do mar é fundamental para garantir seus benefícios. Por exemplo, se o peixe for à milanesa, vai ficar menos saudável porque o peixe frito contém gorduras prejudiciais ao organismo. Deve-se dar preferência portanto, às versões grelhadas, assadas, ensopadas, cozidas ou vinagrete.

Do fundo do mar

Foto: SBS

Um alerta importante  é sobre  a contaminação dos nossos mares por metais pesados, principalmente o mercúrio, que é prejudicial para a nossa saúde por sobrecarregar o fígado e atrapalhar o funcionamento equilibrado do organismo. Os peixes predadores (como os tubarões) comem outros organismos e absorvem os elementos contaminados que estavam em seu alimento. Por isto, peixes grandes costumam ter mais mercúrio, porque já se alimentaram de muitos peixes pequenos que, por sua vez, absorveram o mercúrio que estava no plâncton.  Ou seja, os peixes que têm maior concentração de mercúrio são os que estão no final da cadeia alimentar, portanto, é importante evitar peixes como panga, cação, anchova, tubarão, cavala, garoupa, tainha, tucunaré, robalo, peixe espada e camarão. Dar preferência aos peixes menores e de águas frias e profundas como sardinha, arenque, truta, linguado, pintado, pescada, tilápia, abadejo e salmão.

Do fundo do mar

Foto: Bon Appetit

Apesar de a contaminação dos mares ser uma realidade, ainda é mais seguro consumir os peixes selvagens, ou seja, criados em seu habitat natural do que os criados em cativeiros como salmão e tilápia vendidos no Brasil. Isto porque os criadores de peixes costumam abarrotar os tanques com peixes em condições de higiene duvidosas, e os alimentam com farinhas, corantes, gorduras  e antibióticos para crescerem rápido e gerar mais lucro. Esses peixes podem causar problemas de visão e alergias como também câncer e toxicidade segundo estudos recentes.

Resumindo: sabendo escolher, peixe é tudo de bom para a saúde!

Próxima parada:  paraíso

Próxima parada

Foto: Ir ou não ir

Nossa viagem segue, de cara para o vento, pela Costa Amalfitana. Desta vez, a vezpa fica estacionada porque o resto do percurso vai ser com o pé no chão, algures entre as localidades de Bomerano e Nocelle, e pertinho, muito pertinho, das nuvens.

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Foto: Ir ou não ir

E, já que nossa aventura começa em Bomerano, um vilarejo de Agerola, não vamos partir sem antes entrar em uma salumeria para comprar focaccia, presunto parma e um pouco de mozzarella fior di latte, um tipo de mussarela fresca famosa por estas bandas. Com o melhor sanduíche na mochila e achada a sombra da azinheira mais generosa da trilha, o almoço não será mais uma preocupação.

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Foto: Ir ou não ir

Agora, encha o peito e prepare o coração porque o Caminho dos Deuses – ou originalmente, Il Sentiero degli Dei – é entre subidas e descidas e a paisagem vai te deixar sem fôlego.

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Foto: Ir ou não ir

O cenário, que na primeira metade do percurso é de caráter mais rural e se desenrola em infinitos sucalcos repletos de vinhedos, hortas, plantações de limoeiros e pastos pontuados de ovelhas e cabras se transforma, na segunda metade do percurso, na típica “mancha mediterrânea” repleta de azinheiras, medronheiros, éricas e alecrins.

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Foto: Ir ou não ir

Quase 8 quilômetros de pura poesia – a cada nova perspectiva um brinde à beleza da costa italiana; Capri no horizonte do Mediterrâneo; morros sobrepostos a morros; terraços de plantações e pastagens que se desdobram em mil retalhos; conventos antigos perdidos em encostas verdejantes; vilarejos empoleirados em colinas, que ora se escondem ora se mostram entre as rugas nas montanhas; cheirinho a medronho, limão e mar.

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Foto: Ir ou não ir

Mão na massa

Gastronomia italiana

Foto: Eataly

Pegando um gancho no post anterior sobre dieta italiana, vamos explorar um dos pratos mais típicos da Itália: as massas! Quais podem, quantas vezes na semana, com que molhos, existem opções menos calóricas? Quais as mais indicadas? Integral, sem glúten, tradicional, com ovos, sem ovos? São tantas opções que as pessoas tendem a generalizar: “massa engorda e ponto final”, mas não é bem assim. Reparem, os italianos costumam ser esbeltos e saudáveis. Então como incluir as massas em nossas vidas sem comprometer a saúde e a estética?

Gastronomia italiana

Foto: Italian Feelings

Primeiro precisamos identificar se você possui algum tipo de intolerância às proteínas do trigo e como dito anteriormente mais de 80% da população possui algum nível de sensibilidade ao glúten e se sentem muito melhores quando cortam o trigo de suas vidas. Se você faz parte desse grupo vai se animar em saber que existem diversas opções gostosas para o trigo como as massas feitas de arroz, milho, quinoa, grão de bico, trigo sarraceno (apesar de conter trigo no nome é livre de glúten) e até massas feitas de feijão. São muitas marcas oferecendo as mais variadas opções e a grande maioria muito agradável ao paladar. As massas de milho e arroz por exemplo, podem ser facilmente confundidas com as massas tradicionais por sua textura e sabor.

Gastronomia Italiana

Foto: Italian Feelings

Outro alimento conhecido pelo seu poder alergênico é o ovo. Apesar de saudável, pessoas alérgicas devem evitar massas que contenham ovos. Já a versão integral geralmente contém glúten e apesar de ser rica em fibras (o que aumenta a saciedade e o funcionamento intestinal), só é indicada para aqueles 20% restantes da população (que não apresentam intolerância ao trigo).

No geral, diabéticos devem evitar seu consumo, afinal quase todas as massas contêm muito carboidrato, nutriente de difícil metabolização pelos diabéticos. Nesse caso sugiro as versões feitas com palmito, cenoura e abobrinha. Basta cortar os vegetais em formato de macarrão, para agradar o visual e adicionar uma das opções de molho sugeridas a seguir.

Gastronomia italiana

Foto: Italian Feelings

Por mais que a praticidade seja sedutora, os molhos industrializados (light ou não) devem ser evitados. Os melhores molhos sempre serão aqueles feitos com ingredientes naturais, como verduras, carnes magras, ervas, especiarias e azeite de oliva. Não é novidade que o molho de tomate é a opção mais magra e saudável pois além de nutritivo é extremamente magro. Boas variações são:

1) Molho ao sugo (com tomate, alho, cebola, azeite e manjericão);

2) Bolonhesa (molho de tomate caseiro acrescido de carne moída e vinho tinto seco – para uma versão mais magra basta fazer sem vinho);

3) Alho e azeite (no lugar do óleo);

4) Frutos do mar (feito com tomate, alho, lula, camarão, mexilhão e vôngoli. É uma opção magra e nutritiva – pessoas com alergia a frutos do mar devem evitar, claro);

5) Pesto (feito com manjericão, alho, azeite e pinoli, que pode ser substituído por amêndoas, castanhas ou nozes – para diminuir calorias, colocar menos quantidade da oleaginosa escolhida);

6) A siciliana (feito com tomate, berinjela, alho, manjericão e ricota. É saudável e magro);

7) Funghi (feito com cogumelos secos e molho branco. É um molho calórico e deve ser evitado);

8) Os típicos molhos Branco e Quatro Queijos também devem ser evitados pois além de muito calóricos são menos saudáveis – para deixá-los mais magros podemos utilizar leite desnatado e ricota na hora de cozinhar o molho e, no final, ralar pouco parmesão para um sabor final, mas sem exageros, claro).

O último cuidado que recomendo para quem aprecia uma boa massa é consumi-la entre 1 e 2 vezes por semana. Desta forma o prazer à mesa estará alinhado à saúde e sem comprometer a estética. Buon appetito!

 

 

 

Um mergulho na culinária italiana

Culinária mediterrânea

Fotos: http://bit.ly/Pinterest_Itália

Os italianos têm como cultura valorizar o prazer à mesa e apreciar o momento. O clima familiar está sempre presente nesta culinária que apresentou ao mundo pratos especiais que sobrevivem e evoluem através do tempo como massas, pizzas, risotos, bruschettas, carpaccios, polenta, calzones, pão ciabatta, panettone, cappuccino, sorvetes, etc.

Fotos: pratos-e-travessas.blogspot.pt | damndelicious.net

No geral, as refeições são práticas porque utilizam ingredientes encontrados facilmente. Ao mesmo tempo, existe uma sofisticação devido ao padrão seguido para servir. No cardápio, os primeiros pratos que fazem parte da mesa são chamados de antipasti, que significa “antes da comida”. São compostos por sopas, saladas, alimentos leves. Após a entrada, os pratos principais podem ser massas, arroz ou polenta acompanhados de alguma carne. Por fim, frutas e/ou sobremesas típicas (nosso pudim de leite lá é chamado de crème caramel, já uma espécie de manjar tem o nome de panna cota, os clássicos sorvetes gelatos, o delicioso tiramissu, etc).

Culinária mediterrânea

Foto: Liz @ Floating Kitchen

Tendo uma grande tradição culinária, a realidade gastronômica na Itália varia muito entre cada região. Próximo a costa por exemplo, a alimentação mediterrânea predomina com temperos e ervas aromáticas, vegetais, peixes e frutos do mar. Já no sul os pratos têm temperos fortes, com carnes de caça, legumes, queijos variados e polenta. Na região central imperam as massas frescas com recheios e tomates, enquanto mais ao norte do país a culinária é mais requintada, à base de trufas, queijos tipo parmesão, presunto, linguiças, salames,  molhos, etc. Importante ressaltar que nenhuma refeição italiana dispensa os pães.

Fotos: Receitas sem Fronteiras | kibe-cozinhandocomamigos.blogspot.com.br

Praticamente em todo o país a sopa está presente no cardápio: das mais leves como os caldos até as mais densas e cremosas as variações são infinitas. Existe também uma grande variedade de massas (fettuccine, ravióli, fusilli, capelletti, spaguetti, lasanha, talharim, canelone, nhoque), recheadas ou não, com ou sem molhos, queijos e temperos. Por falar em queijo, come-se muito queijo na Itália, geralmente antes ou depois das refeições, acompanhados ou não de um bom vinho.

Culinária italiana

Foto: http://bit.ly/Pinterest_Pão

Cerca de 1% da população mundial é portadora da doença celíaca, uma doença autoimune que causa a total incapacidade do intestino digerir o glúten. Recentemente, os médicos reconheceram que mais de 80% da população possui algum nível de sensibilidade ao glúten e se sentem muito melhores quando cortam o trigo de suas dietas.

O glúten é uma fração proteica presente no trigo e os sintomas mais comuns da intolerância são inchaço, distensão abdominal, dor de cabeça, gases, desarranjo intestinal, refluxo, azia, dores articulares, hipotireoidismo, dermatites, confusão mental, hiperatividade em crianças, piora dos quadros de autismo e demais doenças neurológicas.

http://bit.ly/MF_Pão_Itália | The Daily Meal

Você pode imaginar a dificuldade que seria uma pessoa com tamanha sensibilidade ao glúten pensar em visitar a Itália, né? Pois bem, parece que a grande quantidade de trigo na culinária italiana tornou as pessoas mais conscientes do seu impacto na saúde e, por incrível que pareça, a Itália é um dos melhores destinos para quem busca evitar o trigo na Europa. A doença celíaca foi reconhecida lá como uma doença grave bem antes dos EUA e outros países europeus.

De uma forma geral, o italiano é saudável e magro, apesar da boa mesa. O segredo para comer pratos calóricos e se manter saudável parece ser o velho e conhecido equilíbrio. Comer e beber de tudo um pouco, praticar exercícios físicos regulares, controlar o estresse e priorizar os momentos em família. Uma bela inspiração, não é mesmo?