O rei

Freddie Mercury

Foto: divulgação

Não é de hoje que o mundo do cinema flerta com um dos cantores mais emblemáticos da história. Já faz um tempo que uma versão cinematográfica da vida de Freddie Mercury anda nos rascunhos, mas dessa vez é oficial.

Freddie Mercury

Foto: divulgação

Uma primeira imagem foi liberada para a imprensa mostrando o ator americano de origem egípcia Rami Malek como o cantor nascido na Tasmânia, que se consagrou como um dos mais importantes artistas ingleses de todos os tempos.

Freddie Mercury

Foto: divulgação

O filme Bohemian Rhapsody retrata os anos de glória de Mercury à frente do Queen, entre a década de 70 e 1985, 6 anos antes do mundo perder o cantor para a AIDS. É comentado por entre ouvidos que o diretor preferiu focar sua lente na música e no sucesso da banda, abrindo mão de assuntos mais polêmicos da vida pessoal do cantor, o que deixando alguns fãs um tanto chateados, mas nós estamos felizes de ver uma das bandas mais legais do mundo ter sua história contada de qualquer jeito.

Freddie Mercury

Foto: divulgação

E o melhor, ter a chance de ouvir todos aqueles hits incríveis na tela do cinema. O filme só chega às telas no ano que vem, mas já estamos animadas e vamos passar o fim de semana curtindo as musicas eternamente maravilhosas do Queen.

Freddie Mercury

Foto: divulgação

O Leopardo

O Leopardo

Imagem: reprodução

Entre os mais diferentes estilos, do barroco exagerado de Fellini ao minimalismo chique de Antonioni, o cinema italiano em seus anos de ouro representava sempre um deleite visual inigualável. E um dos filmes mais inesquecíveis nesse sentido é O Leopardo.

Obra-prima de Luchino Visconti, baseado no romance Il Gattopardo, de Giuseppe Tomasi di Lampedusa, o filme de 1963 conta com um estrelado elenco que inclui Burt Lancaster, Claudia Cardinale e Alain Delon, e foi o grande vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes daquele ano.

O Leopardo

Imagem: reprodução

Pudera, o épico traçava a decadência da aristocracia italiana baseada nas ilhas da Sicília no século XVIII. Além da beleza de seu elenco e da história de amor que cruza a alternância de poder entre a nobreza e a burguesia, o filme tem o olhar brilhante do diretor.

A visão grandiosa e teatral de Visconti era pautada não só pela sua memória e vivência pessoal, mas também pela sua experiência na criação de grandes peças e óperas, muitas estreladas por Maria Callas.

O Leopardo

Imagem: reprodução

O Leopardo ficaria para sempre conhecida como a obra mais memorável do seu diretor, também responsável por grandes filmes como Rocco e seus irmãos e Morte em Veneza. Entre os “detalhes” luxuosos do filme estão a beleza deslumbrante da Sicília, as cenas filmadas no Palácio Gangi San Lorenzo e uma música exclusiva do compositor Giuseppe Verdi para uma das cenas mais emblemáticas.

Luz, câmera, ação:

Uma vida de cinema

Baseado em fatos reais

Imagens: reprodução

Um filme pode ser uma diversão, uma viagem no tempo, uma aula de história e uma lição de vida. Às vezes escolhemos viver uma experiência através do cinema, outras somos simplesmente arrebatados sem esperar.

Baseado em fatos reais

Imagens: reprodução

Alguns filmes baseados em situações reais conseguem tocar de maneira ainda mais pessoal. Basta pensar que aquelas cenas que trazem lágrimas ou risos realmente aconteceram um dia. É um passeio interessante imaginar que tais momentos foram de fato vividos por pessoas normais, ou as vezes celebridades, personagens famosos que fazem parte do nosso imaginário, como Jackie Kennedy.

Baseado em fatos reais

Imagens: reprodução

E para as aficionadas em cinema, ou mesmo para as curiosas, o canal do Vimeo Vugar Efendi separou algumas imagens que juntam a cena do cinema com a imagem real. Além de Jackie, é possível ver Édith Piaf, The Doors, Stephen Hawkings e o casal Richard e Mildred Loving em situações que de fato aconteceram e que depois nos emocionaram no cinema.

Uma viagem criativa e deliciosa entre a arte e a vida real!

Nova luz na cidade

Como se não bastassem todas as lindezas que já nos deixam indecisas e de boca aberta perante tantas possibilidades, todas deslumbrantes, Paris ganhou neste ano mais um lugar que merece a sua visita.

Na verdade não se trata de uma novidade, mas sim a reabertura de um dos prédios mais históricos da cidade, que estava fechado há anos numa obra que buscava equilibrar sua tradição e beleza com as necessidades do século XXI.

Biblioteca Nacional da França

Fotos: Biblioteca Nacional da França

Embora a obra mesmo só termine definitivamente em 2020, já é possível voltar a visitar a Biblioteca Nacional da França, percorrer os espaços majestosos como a “salle Labrouste”, considerada um patrimônio histórico da França com seus 400 assentos, além de ter acesso a cerca de 14 milhões de livros, revistas, manuscritos, gravuras, fotografias, mapas e partituras acumulados desde 1461, que tal?

Biblioteca Nacional da França

Fotos: Biblioteca Nacional da França

A “nova” Biblioteca parece mesclar perfeitamente o moderno e o antigo e já entrou para a nossa lista de sonhos na capital mundial da luz e da beleza!

A doce vida de Fellini

Dolce Vita | Fellini

Foto: divulgação/reprodução

“Marcello, come here”, chama Sylvia, a diva hollywoodiana com seu cabelo platinado descendo em cascata pelos ombros, até encontrar o decote voluptuoso do belo vestido negro, se refrescando num banho noturno na Fontana di Trevi. O jornalista italiano encarnado com o charme de Marcello Mastroianni não pode fazer mais nada, a não ser se render e se juntar à americana numa das cenas mais icônicas da história do cinema.

E o mundo inteiro se rendeu à beleza hipnótica do elenco e da Roma eterna, exposta de maneira ao mesmo tempo crua e extremamente glamourosa, entre os personagens e mitos que permeiam a cidade, do Vaticano aos salões de dança onde tudo pode acontecer. E de fato quase tudo acontece, no importante filme do mais emblemático diretor italiano, Frederico Fellini.

Dolce Vita | Fellini

Foto: divulgação/reprodução

O roteiro, que também tem o dedo de outro dos maiores cineastas italianos, Pier Paolo Pasolini, explora uma geração que se entrega ao hedonismo, numa vida que se arrasta entediada entre grandes festas, expectativas e estrelas de cinema, mas que ganha perfume noir e profundidade através do jogo de luz e sombra da fotografia em P&B e de acontecimentos inesperados, que denunciam feridas escondidas pela superficialidade.

“La Dolce Vita” é daqueles filmes que gostaríamos de viver dentro. E que nunca mais se esquece: