Dia dos Avós

Num primeiro olhar, apenas objetos com perfume retrô. Mas são muito mais: escondem histórias afetuosas entre netos e avós. Convidamos nossas equipes de Marketing e de Design para contar um pouco do que há por trás de peças que representam o amor nas suas mais diferentes formas e elas compartilharam lindas memórias. Venha embarcar conosco nessa viagem através do tempo:

1 – Clarice (Marketing): “Minha avó materna, com quem convivi e morei até os meus 23 anos, era apaixonada por livros, passava as tardes lendo, ia dos clássicos aos mais atuais.”

2 –  Clarice (Marketing): “Já minha avó paterna levou o Japão para dentro de casa, eram milhares de bonequinhos e enfeites japoneses pela casa, chegava a ser engraçado. Não tem como pensar nas duas e não associar a esses objetos”.

3 – Isabel (Endomarketing): “Acho que não tenho lembrança da Dona Bebê sem esses óculos de gatinho que marcavam bem a personalidade dessa pequena (daí o apelido) leonina. Pequena, aliás, só em tamanho. Vovó era gigante! Regia com maestria essa grande e barulhenta família tipicamente italiana”.

Dia dos Avós

4 – Daniela (Design): “Não cheguei a conhecer minha avó materna, mas acho que esse objeto a representa muito bem. É um diapasão, usado para dar uma nota e afinar o coral que ela regia na igreja. Tem tudo a ver com a minha família porque ela é basicamente composta por músicos. A música ocupa grande parte da minha vida”.

5 – Luísa (Branding): “O closet da minha avó era um mundo a ser desvendado. A cada vez que eu me aventurava nele, descobria um objeto que me levava para novos cenários e histórias. Quando criança, levava-os para compor peças de teatro que eu interpretava para ela. Adolescente e curiosa, caçava relíquias vintage, como num brechó repleto de afeto. Essa maleta me transportou para uma estação de trem nos anos 50. Até hoje é peça-chave na décor do meu quarto”.

6 – Luísa (Branding): “Impossível pensar na vovó e não lembrar desse camafeu que ela carregava no peito. Toda vez que chegava no quarto dela, minha 1ª visão era seu sorriso dentuço com esse belezura a iluminando. Um dia achei o colar no closet e aproveitei para usar. Desprendida que era, vovó sempre me dava tudo que pedia, de coração e alma abertos. Não saiu do meu pescoço por alguns anos. É um amuleto que me dá sorte, a sinto perto de mim”.

Dia dos Avós

7 – Roberta (Design): “Tenho muita coisa da minha vó, tanto peças de vestuário como de décor. Toda vez que eu elogio algo, ela pergunta: “Quer para você, filha?”. Os acessórios são a maneira mais fácil de mantê-la sempre por perto diante da correria do dia a dia. Os anéis eu só tiro para tomar banho e dormir. O mais gordinho, com a pedra lilás, abre como se fosse um potinho. Ela me disse que era para as pessoas guardarem veneno, sempre lembro e acho graça”.

8 – Raquel (Marketing): “Ganhei a máquina da minha vó Lita logo que aprendi a ler para me incentivar a escrita. Brinquei muito com ela, escrevia historinhas que levava para ler na escola.“

9 – Maria (Branding): “Esse salto levo para vida. Ganhei da minha avó Maria, que sempre foi supervanguarda quando o assunto era moda. O scarpin é um clássico, em tressê preto e branco, que cai bem com tudo. Moderno, clássico, atemporal. Tudo num mesmo sapato. Vovó sabia das coisas!”

10 – Maria (Branding): “Minha avó fez Belas Artes e desde cedo desenhava. Foi aluna do Guignard e não se dedicou integralmente à pintura porque teve sérias alergias em decorrência das tintas. Esse quadrinho, que ela pintou na juventude, traz a imagem de 2 mocinhas interagindo. Para mim, ele traz um perfume feminista, tenho um carinho especial por ele”.

11 – George (Design): “Essa é a moeda comemorativa pelo tricampeonato de futebol da seleção brasileira em 1970. Ela era do meu avô, me remete a bons momentos que passamos juntos, nós éramos muito próximos. Sempre adorei futebol e só vi o Brasil ser campeão aos 17 anos, então passei a infância com ele me contando histórias sobre a seleção, considerada uma das melhores de todos os tempos”.

12 – Flávia (Marketing): “Quando a minha mãe era pequena, sempre namorava o relógio da minha avó. Adivinha o que ela ganhou de presente no 15º aniversário dela? O relógio. Quando eu era pequena, adorava mexer nas joias da minha mãe e brincar com as maquiagens dela. Um dia coloquei o relógio no braço e não quis tirar. Minha avó olhou e disse: agora é seu”.

13 – Luana (Marketing): “Minha avó ganhou esse relógio no trabalho e me deu anos depois. Ela sempre me inspirou muito por ser uma mulher forte e independente. Para mim, o relógio representa a conquista e o trabalho dela, o incentivo de ser dona da própria vida”.

14 – Antonio (Branding): “Não tem como não lembrar da minha avó ao olhar para as bijus garimpadas em Nova Déli em 1957. Ela tinha o dom de pinçar relíquias, então cada peça carrega uma história, desperta um sentimento diferente e mostra um pouco de sua personalidade.”