China e sustentabilidade

Considerado um dos países mais poluídos do mundo, além de superpopuloso e em processo crescente de desenvolvimento, a China está se tornando também um exemplo de consciência e transformação.

Depois da promessa de criação de 285 cidades ecológicas, totalmente cobertas de verde, o país agora inova mais uma vez com outra bela promessa a ser cumprida.

China e sustentabilidade

O governo anunciou que ainda em 2018 vai plantar uma floresta com área do tamanho da Irlanda para combater a poluição.

Como? Essa é a melhor parte: foram convocados nada menos que 60 mil soldados para plantar árvores, formando 84 mil quilômetros quadrados de novas florestas, o que vai aumentar consideravelmente a área verde do país.

China e sustentabilidade

Como se diz por aí, “um negócio da China”!

Albinismo

Foto: lovewhatmatters.com

Ao conhecer sua bebê recém-nascida, um casal americano foi surpreendido por algo que não imaginava, ela não se parecia com as outras. Sua filhinha acabou se transformando no centro das atenções na maternidade, mas não por uma razão que parecia muito positiva.

Curiosos se juntavam para ver a menina de cabelos branquinhos. Foi quando os pais perceberam que a pequena Noralynn era diferente, mas o que ela tinha?

Albinismo

Foto: lovewhatmatters.com

Na primeira vez que ouviram a palavra “albina”, eles se assustaram bastante, mas o mais importante já tinha acontecido, a família já estava completamente apaixonada pela bebê com cabelos de algodão e olhos prateados.

Eis que um especialista em genética explicou que a pequena não teria problemas no desenvolvimento, apenas possíveis problemas de visão e audição facilmente gerenciáveis, além de cuidados com a pele mais sensível.

Albinismo

Foto: lovewhatmatters.com

Nora segue chamando atenção na rua e vendo o quanto os curiosos e ela mesma pouco sabiam sobre albinismo, Taylor Dunnavant resolveu compartilhar mais informações e, claro, a beleza de sua filha.

Como não se apaixonar?

Foto: cabanodatabauera.blogspot.com.br

Como falar em Mês da Mulher sem dar voz à representatividade? Ver mulheres pioneiras, seja na ciência, na pintura, na literatura, no tapete vermelho ou na dança, é inspirador.

Hoje contamos aqui um pouco mais sobre Mercedes Baptista, nascida em 1921, no estado do Rio. De origem humilde, teve diversos empregos, sem imaginar que se tornaria a primeira bailarina negra do Theatro Municipal, na década de 40.

Introduzida no balé clássico e na dança folclórica pela grande Eros Volúsia, bailarina que incorporou a cultura brasileira às suas coreografias, Marcedes foi escalada para as apresentações poucas vezes. Em entrevistas e bibliografias, a entrevista conta que passou por muito preconceito.

Foto: wikidanca.net

Sua dança deu um salto depois de conhecer Abdias do Nascimento e seu Teatro Experimental do Negro, que buscava abrir espaço para pessoas negras no teatro moderno. Dois anos depois, foi escolhida pela coreógrafa, antropóloga e militante afro-americana Katherine Dunham para estudar dança nos EUA.

De volta ao Rio, no fim de 1951 funda o Ballet Folclórico Mercedes Baptista, formado por bailarinos negros que incorporava elementos afro na dança moderna brasileira. Na década de 60, foi coreógrafa da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro e introduziu a dança clássica no desfile que foi campeão daquele ano.

Foto: wikidanca.net

Ela mudou o rumo do Carnaval ao trazer as alas coreografadas às apresentações. Com a visibilidade que ganhou, foi convidada para coreografar para o cinema, a televisão e o teatro, e ainda deu cursos cursos fora do Brasil.

Foto: O Globo

Mas seu maior legado talvez tenha sido a criação da disciplina de dança afro-brasileira na Escola de Dança do Teatro Municipal do Rio. E por mais que ela não esteja mais entre nós, sua alma ainda flutua nos palcos, em performances que emocionam e mostram a força da diversidade.

Convidamos 4 integrantes do nosso time para contar quais mulheres as inspiram. Quem faz você ser uma mulher melhor e mais forte?

As respostas delas nos fazem pensar que as referências femininas podem estar em qualquer lugar, no trabalho, na sua família, num livro ou nos palcos.

Elas nos mostram que nossas particularidades e talentos são diversos, cada um do seu jeito. Nossa união, troca e parceria potencializa o feminino e enriquece umas às outras.

Maria Eduarda, do time do Design

“A escritora Chimamanda Ngozi Adichie. Ela me ensinou a me respeitar mais como mulher e entender o quão capaz e forte posso ser. Ela foi uma das primeiras pessoas que me fez parar para refletir sobre a questão de gênero e perceber coisas que antes eu nunca tinha me dado conta. Hoje acredito muito mais em mim e questiono padrões que antigamente eu aceitava. Ela me inspira a ser uma mulher melhor, mais consciente do meu corpo, direitos, deveres e capacidade. Hoje eu entendo que fazer as coisas “como uma mulher” é maravilhoso e único”.

Bia, do time de Produção

“Minha madrinha Maria. Ela é um exemplo de uma mulher batalhadora que trabalha vendendo roupas, batendo de porta em porta, e nunca desiste de seus objetivos apesar de todas as dificuldades que passa em casa. Sustenta 2 filhos e ainda faz vários projetos sociais e campanhas para ajudar a todos no seu bairro, arrecadando alimentos e roupas. Ela passa muito amor, energia, companheirismo e empatia. Espero ser um dia 1/3 do que ela é”.

Maria, do time de Branding

“Tem várias mulheres que eu admiro, muitas desconhecidas, próximas de mim. Num contexto maior, cito a Pina Bausch. Uma mulher que quebrou regras na arte da dança e imprimiu um novo olhar, repleto de força e sensibilidade, nas suas coreografias tão únicas e tão potentes”.

Camila, do time de Atacado

“A mulher que me inspira é independente, parceira, amiga, calma, de hábitos simples, que dá valor à família. Hoje a minha maior inspiração é a minha família, estou grávida da Maitê, que chegou para realizar meu sonho de ser mãe. Aqui no trabalho, por exemplo, eu tenho uma parceira, a Cristina Câmara, que reúne esses atributos. Ela me inspira”.

Mulheres que inspiram

No dia que celebramos as mulheres, escolhemos 2 representantes especialíssimas, afinal, se não fossem elas, não estaríamos aqui. E não estamos falando de nossas mães ou avós, apesar de todas elas serem também mulheres únicas, incríveis e especiais. Hoje falamos de 2 figuras femininas que revolucionaram a ciência e criaram tecnologias que nos uniram por aqui, seja pela tela do celular ou pelo computador.

Mulheres belas, belíssimas, diga-se de passagem. De fato a austríaca Hedy Lamarr chegou a ser considerada a atriz mais linda do mundo em sua época, estrelando filmes de sucesso como Sansão e Dalila e sendo o rosto que inspirou a criação da personagem Branca de Neve, da Disney. Mas isso estava longe de ser o suficiente, além da pele incrível, dos olhos cristalinos e do porte de rainha, Hedy, assim como tantas e tantas mulheres bonitas, era também genial.

Mulheres que inspiram

Poucos sabiam que apesar de atuar durante o dia, à noite Hedy se dedicava a seu grande hobby e verdadeiro talento, inventar. Entre suas criações, nasceu uma que ela jamais poderia imaginar que se tornaria hoje em dia num dos pilares da nossa comunicação, o wi-fi! Pensando em como ajudar os soldados durante a Segunda Guerra Mundial, ela criou um sofisticado aparelho de interferência em rádio para despistar radares nazistas que patenteou em 1940, usando o seu verdadeiro nome, Hedwig Eva Maria Kiesler.

Anos depois, sua invenção acabou sendo usada para desenvolver o que hoje conhecemos como wi-fi, mas apesar disso, foram necessárias muitas décadas para que ela pudesse ser reconhecida pela sua criação. O que hoje fica pra trás, quando celebraremos juntas, essa grande mulher.

Mulheres que inspiram

Outra mente brilhante que deve entrar agora mesmo para sua lista de musas inspiradoras é a inglesa Ada Lovelace. A filha do poeta romântico Lord Byron era conhecida por sua beleza, origem nobre e pelas lendas que envolviam seu pai. Mas pouco se fala nos dias de hoje de sua genialidade como matemática. Ela se tornou a primeira programadora de computadores da história, antes mesmo de Steve Jobs sonhar em existir.

Interessada desde pequena pelos números e pela lógica, a Condessa de Lovelace se cercava de grandes matemáticos e pensadores de seu tempo, traduzindo descobertas e acrescentando novas ideias às fórmulas que pesquisava. Não custou até que ela própria tivesse a genial ideia que gerou um algoritmo criado para ser processado por máquinas, além de visualizar em 1843 tudo que os computadores seriam um dia capazes de fazer. Ada faleceu aos 36 anos, sem nunca poder imaginar que a máquina que ela ajudou a desenvolver poderia ir ainda além dos seus sonhos.

Viva as mulheres que mudaram o mundo e viva o mundo que ainda vamos mudar.