Uma voz tamanha digna de uma mulher com presença e força no olhar difíceis de não se notar. Essa é Mariana Luduvice, cantora que nos encanta com seu timbre especial e ainda afina o processo de fabricação das nossas peças. Responsável pelo PCP (Planejamento e Controle da Produção), ela não apenas rege sua plateia com maestria, como também comanda um timaço de cerca de 70 pessoas aqui na Maria Filó.

Como se não bastasse, a Mari ainda revela que reúne no seu currículo dons mil, indo do totó até a patinação. Sensível e apaixonada pelo mar, ela faz do sal e da música suas terapias para serenar a mente. Hoje nossa cantora abre o jogo sobre essas paixões, revela quais são suas canções preferidas e seus maiores desafios do dia a dia.

Fica aqui nosso desejo que a Mari continue a mergulhar fundo na música, no mar e nas propostas para deixar a criação das peças ainda mais fluida!

Conta um pouco sobre sua trajetória.
Minha formação é em Engenharia de Produção. Entrei na Maria Filó com 25 anos, 1 ano e 3 meses de formada, após prestar consultoria para cá um pouco antes. Não foi planejado, acabei me identificando com a dinâmica do dia a dia. Vim para cá mapear processos e promover melhorias. Com 8 meses de empresa, assumi a coordenação do setor de PCP. De lá para cá, fui assumindo mais responsabilidades, ‘ganhando’ outros setores para gerenciar e, hoje, completando 5 anos de Maria Filó, sinto que alcançamos grandes resultados e uma ótima equipe, dos quais tenho muito orgulho. Mas ainda temos outros desafios.

Quais são suas funções aqui na Maria Filó?
Sou gerente de PCP e Produção. Respondo pelos setores de PCP, Desenvolvimento de Produtos, Almoxarifado de Materiais, Risco, Corte, Controle de Qualidade e por parte do setor de Compra de Insumos.

O que você mais gosta no seu dia a dia?
Gosto de me sentir útil, produtiva! Resolver problemas, pensar e propor melhorias que facilitem o dia a dia da empresa.

Impossível falar de você sem citar a música. Como você começou a cantar?
Comecei na banda da escola. Sempre gostei muito de ouvir música e cantar no chuveiro, sem falar que desde criança eu me acabava de dançar nas festas, mas não tinha a intenção de trabalhar com isso. Durante 10 anos, participei de muitos shows com o grupo. Por volta de 2010, durante uma madrugada caminhando com amigos, sentei para comer cachorro quente. Lá tinha um cara com um cavaquinho que me chamou para cantar num bar. Foi nesse primeiro show que conheci o pessoal do Bebadosamba. Fiz parte do grupo por uns 2 ou 3 anos e fizemos muitos shows em casas da Lapa, praticamente em todas! Depois disso, em 2015, fiz parte de um outro grupo de samba, o Artigo Esgotado, e também fizemos muitos shows. Nessa época eu já estava aqui na Maria Filó, cantar à noite e trabalhar no horário comercial é muito cansativo, mas sempre dei um jeitinho de conciliar. Um alivia o outro. Hoje estou um pouco mais devagar. De vez em quando pinta um show num barzinho ou festa de aniversário. Tenho um projeto em andamento, quem sabe em breve consigo me organizar para voltar com tudo!

Vamos aos desafios: top 5 cantores.
Difícil demais. Só 5 é muito pouco!

Eu sei (risos). É um desafio mesmo. Se não conseguir, pode falar mais.
Hummm… Vamos lá:

  • Elis Regina, sempre número 1.
  • Leny Andrade, tenho escutado muito.
  • Elza Soares e Alcione me emocionam demais, é arrepiante.
  • E para falar uma gringa, Beyoncé que é da minha geração. E Adele também é maravilhosa.
  • Para não deixar os homens de fora, vou citar Wilson Simonal, que para mim é número 1. Fora do Brasil, Michael Bublé. Adoro a voz do Diogo Nogueira e do João Nogueira também.

Top 5 músicas que você mais gosta de interpretar.
Impossível falar só 5!

  • Resposta ao Tempo – Cristóvão Bastos e Aldir Blanc
  • Rio de Janeiro (Isso é o Meu Brasil) – Ary Barroso
  • Tia Nastácia – Dorival Caymmi
  • A Luz de Tieta – Caetano Veloso
  • Onde Anda Você – Toquinho, Vinicius de Moraes e Hermano Silva
  • Tema de Amor de Gabriela – Tom Jobim
  • Serrado – Djavan
  • As Vitrines – Chico Buarque
  • Ladeira da Preguiça – Gilberto Gil

Qual foi a última música que você ouviu hoje?
Envolvimento, do Mc Loma. Está sempre na minha cabeça. De fato um hit chiclete. Escuto rádio vindo trabalhar, a playlist é bem variada.

Qual foi a última música que você cantou no chuveiro?
Estamos Aí, da Regina Werneck, Maurício Einhorn e Durval Ferreira.

Complete a frase: música é...
uma coisa que cura.

Uma música que resume bem sua visão de vida.
Vou citar o Mistério do Planeta dos Novos Baianos e Vivendo e Aprendendo a Jogar do Guilherme Arantes. Acho que as duas representam bem algumas questões que para mim são muito significativas, como a importância das relações e conexões que fazemos com as pessoas. Acredito muito que essa é uma das maiores fontes de energia e talvez até de sanidade.

Aliás, conta um pouco sobre você. Suas características, alguma curiosidade…
Adoro o programa Choque de Cultura; sou viciada em mate com pêssego; grande jogadora de totó; fui capitã do time de vôlei da escola; todo mundo conhece alguém parecido comigo; tenho 3 irmãs e um irmão; para mim o melhor seriado é Dr. House; amo ir à praia, tento ir todo fim de semana (se fizer sol); sou fã da Anitta; já trabalhei na Disney; poderia sobreviver só de pizza; fui federada em patinação artística, cheguei a competir com uns 8 anos; sou pisciana com ascendente em Escorpião, ou seja, água com água; no karaokê, o bom de cantar é sertanejo.

Além de música, o que te inspira? O que você ama?
O mar. Não consigo ficar muito tempo sem. É um dos lugares que me faz mais feliz.

Poderosa ou empoderada? Os dois.
O mundo é seu ou você é do mundo? Eu sou do mundo.
Mídi ou longo? Os dois. E curto também.
Salto ou solto?  Solto. Mas gosto de um salto também às vezes.
Real ou surreal?
Os dois.
Eu mudo a moda ou a moda me muda? Nenhum. Trabalhar com moda é que me mudou, com certeza!
Sem dor ou sem pudor? Os dois por favor.
Cara lavada ou maquiada? Hoje em dia, maquiada.
Liso ou estampado? Os dois. Acho que uso mais estampado, mas amo liso também.
Mente ou corpo quente? Os dois. Mente fervendo um pouco mais.
Mar ou montanha? Mar. E montanha de vez em quando.
Ioga ou cross fit? Funcional.
Pé no chão ou cabeça nas nuvens? Corpo no mar.

Algumas pessoas encantam pelo jeito cuidadoso e zelo aos detalhes. A Christine com certeza é uma delas. Nossa coordenadora de Planejamento se preocupa em sempre trazer um olhar humano a uma profissão tão exata.

A Chris corre atrás de explicações e busca entender os desejos de quem admira a marca. Comunicativa e expressiva, ela adora trabalhar em grupo e trocar com sua equipe, mostrando que para planejar a distribuição de peças deve-se ver além dos números.

Não à toa, tem o sonho de um dia se tornar professora, mas ainda não sabe do quê. Curiosa que só, apostamos que ela poderia ensinar assuntos mil, da origem do universo ao Planejamento Comercial. Afinal, ela mergulha de cabeça nos estudos para dominar o tema que for.

Para a Chris fica nosso muito obrigada por trazer seu jeito tão completo ao nosso time!

 

Conta um pouco sobre sua trajetória.
Me formei em
Engenharia de Produção e comecei como estagiária na Maria Filó em 2013. Antes disso, minha experiência havia sido no ramo de higiene e limpeza. Conhecer um novo tipo de negócio foi a parte mais interessante e me motivou bastante. Conforme o tempo foi passando, eu mergulhei no universo Maria Filó e pude entender como funcionam os calendários das coleções, como são planejados os volumes de venda e como as coleções nascem. Ao longo da minha trajetória, fui adquirindo bagagem e logo me tornei coordenadora.

Qual foi seu maior aprendizado na profissão?
Enxergar além dos números. Preciso cruzar o raciocínio numérico com o qualitativo, em especial na área de moda em que tudo é novo o tempo inteiro. O olhar estético é essencial, entender o perfil da cliente e o que vai gerar desejo. Por isso, um número fora do contexto pode ser interpretado errado. Aprendi muitas coisas que não nos ensinam na faculdade, só se aprende na prática e no convívio com profissionais experientes. A Maria Filó é uma verdadeira escola.

O que é mais bacana entre suas atividades?
O que mais gosto no meu dia a dia é o dinamismo. Tem dias que eu começo analisando o comportamento da coleção que está em loja e termino planejando as coleções futuras com base
nas coleções anteriores, uma loucura! Mas esse vai e vem do raciocínio combina muito com a minha personalidade e me faz pensar além dos números.

Quais são suas maiores paixões? O que te inspira?
Eu adoro viajar, admirar paisagens e ter contato com novas culturas. Meu próximo destino é o Atacama, escolhi pelas paisagens fascinantes e pelo céu, considerado um dos mais limpos do mundo, deve ser incrível!

Se você tivesse uma máquina do tempo, para que época você iria? Pode ser no passado ou no futuro.
Futuro, sempre penso como estará minha vida nas próximas décadas. Mas se pudesse ir além e ter nascido em outra geração, gostaria de viver quando as descobertas sobre a origem do universo estiverem mais avançadas, esse é um assunto intrigante na minha cabeça.

Uma coisa que você deveria jogar fora, mas provavelmente não vai.
Meus cadernos da faculdade.

Complete a frase: não existe nada melhor que… 
Beber um bom vinho em boa companhia.

Se fosse um animal, qual você seria? Por quê?
Águia, pela liberdade e confiança.

Conta uma curiosidade sobre você.
Já quis ser professora e ainda gostaria de ser um dia.

Me conta quais são suas principais características.
Sou bem racional nas minhas ideias e luto contra o meu lado sentimental para que ele não afete a maioria das minhas decisões. Gosto muito de trabalhar e conviver em grupo. Meu maior aprendizado é na troca de experiência. Sou curiosa e gosto de correr atrás de explicações. Tenho um espírito livre, mas sou muito apegada a minha família e não me imagino longe dela. Sou mais dia do que noite e curto um bom papo, adoro falar sobre qualquer assunto, apesar de não ser tão extrovertida.

Sabe aquela sensação de que está faltando alguma coisa quando saímos de casa sem nenhuma biju? Pois se depender da Vanessa, você nunca vai se sentir assim. Nossa estilista de acessórios está sempre pensando em novidades curingas para ornar seu visual e deixá-lo bem mais interessante.

Não à toa, se fosse um acessório, escolheria ser uma bolsa utilitária, que se transformaria em mais de um modelo, double face ou com mais de uma alça, repleta de compartimentos. Diante de um dia a dia agitado e com muitas funções, a Vanessa precisa ser multifuncional.

Há 5 anos na Maria Filó, nossa estilista também é pura espontaneidade, tem o riso frouxo e um jeito para lá de cativante. E é isso que suas criações refletem, personalidade de sobra. Impossível não se encantar!

Conta um pouco sobre sua trajetória.
Passei pela arquitetura antes de parar em moda. Comecei trabalhando em uma marca só de acessórios. Entrei como estagiária e só saí 11 anos depois como coordenadora, para vir para a Maria Filó.

Como você vê a relação da arquitetura com a moda?
A arquitetura tem muito em comum com a moda. Ambas são formas de expressar ideias e identidades. Trabalham com o belo, com formas e proporções, com a funcionalidade e têm processos parecidos no que diz respeito a escolha de materiais, texturas e recortes. Aprender perspectiva na faculdade de arquitetura foi fundamental na hora de desenhar meus produtos.

Conta sobre seu dia a dia aqui na Maria Filó.
Cada dia é diferente um do outro. Um dia criativo e dez fazendo acontecer.

O que você mais gosta na sua profissão de estilista?
Amo pesquisar e estou sempre querendo fazer uma coisa nova. Acho que o melhor de ser estilista é poder imaginar, idealizar e depois executar algo que poderá ajudar alguém a se sentir mais feliz e bonito.

Você sempre teve uma queda especial pelos acessórios?
Sim, mesmo antes de entrar na faculdade. Minha paixão eram as bolsas. Me lembro de um dia em  que entrei em uma loja  de bolsas com a minha mãe e, batendo um  papo com a vendedora, comentei que começaria a faculdade de moda e meu sonho era desenvolver bolsas. Ela me deu o cartão da fábrica e disse: “Quem sabe um dia.” Guardei o cartão e 7 meses depois bati na porta pedindo um estágio.

Se você escolher 3 palavras para definir os acessórios da Maria Filó, quais seriam?
Únicos, multiplicadores de guarda-roupa, acessíveis. Difícil definir em 3 palavras.

Se você fosse um acessório, qual seria?
Pensando na minha vida, no meu dia a dia atribulado e com muitas funções, eu seria uma bolsa utilitária com bastante espaço e vários compartimentos, que se transformaria em mais de um modelo, double face ou com mais de uma alça. Sem deixar de lado a beleza e a sofisticação.

Se você fosse para um lugar e só pudesse levar 3 dos seus acessórios, quais seriam?
Uma sandália, uma maxibolsa e um brinco curinga.

Acessórios favoritos da Vanessa

Na sua opinião, qual época da história foi mais importante para os acessórios na moda?
Coco Chanel foi a primeira a fazer da bijuteria uma peça com cara de joia, em uma época quando só a joia era valorizada. Ela foi revolucionária para sua a época. Depois vieram os anos 80, cheios de criatividade, ousadia e personalidade. Para mim tem um valor sentimental.

Onde você busca inspiração para suas criações?
Eu busco em todos e qualquer lugar, estou sempre ligada. Pode até ser em um supermercado observando as pessoas, as formas, o colorido.

Quais são suas maiores paixões?
Minha família, meu trabalho, viajar, ir à praia.

Quais características são as mais marcantes da sua personalidade?
Sou alegre, positiva, riso frouxo, sincera, justa, questionadora, curiosa.

Pingue-pongue:

Poderosa ou empoderada? Poderosa.
O mundo é seu ou você é do mundo? O mundo é meu.
Mídi ou longo?  Mídi.
Salto ou solto? Salto.
Real ou surreal? Real.
Eu mudo a moda ou a moda me muda? A moda me influencia e eu influencio a moda.
Sem dor ou sem pudor? Sem dor.
Cara lavada ou maquiada? Maquiada.
Poá ou listra? Poá.
Mente ou corpo quente? Mente.
Mar ou montanha? Mar.

Quem tem a sorte de conviver com o Antonio, sabe que todos os dias são garantia de boas risadas. Sempre animado, nosso coordenador contagia o time de Branding com seu humor e otimismo. Bom de garfo, antenado e carinhoso, ele é daqueles que sabem aproveitar os prazeres da vida, dão dicas de programas bacanas e convencem os amigos a irem para o happy hour nos dias em que o cansaço quase vence.

E assim como o Antonio tem o dom de trazer leveza ao ambiente de trabalho, ele mostra um talento fora do comum em cuidar de mil detalhes. Escolher modelos, desenvolver parcerias, organizar shootings, fazer a ponte entre a marca e a assessoria, produzir eventos. No meio de tantas funções, continua sendo só sorrisos. Tem como resistir?

Confira a entrevista:

Conta um pouco sobre sua trajetória.
Por conviver e adorar moda desde criança, mas ao mesmo tempo ter certeza de que gostaria de trabalhar com comunicação, resolvi unir estas duas áreas na minha formação acadêmica. Antes da Filó, trabalhei com produção de conteúdo, assessoria de imprensa e produção executiva. Aqui pude me aprofundar ainda mais em Branding, área pela qual sempre tive carinho especial.

Qual é a sua função na Maria Filó? O que você faz no dia a dia?
Coordenador de Branding. Além de produzir todos os shootings (campanhas, lookbooks, editoriais, etc), fico à frente das parcerias e projetos de co-branding. O relacionamento com as assessorias também faz parte da minha rotina diária.

O que você mais gosta na sua profissão?
Gosto quando vejo o resultado! Seja um catálogo impresso, que apresenta o resultado de todos os meses de produção, sejam desfiles e eventos, que sempre têm seus imprevistos de última hora. É sempre um mix de alívio e felicidade.

O que é essencial para ser um bom produtor executivo?
Organização, poder de negociação e calma. Como o produtor fica à frente do projeto, fica sob responsabilidade dele negociar os contratos, gestão do orçamento, toda a logística e os horários do trabalho. Resumindo: é o responsável por fazer dar certo.

Como é sua relação com a moda?
Convivo com a moda desde criança. Minha mãe e a minha tia mais próxima sempre trabalharam nesta área, então era recorrente meu contato com este universo desde pequeno. Mais tarde, percebi que não era somente afinidade, como também era onde eu queria estar profissionalmente.

Na sua opinião, qual é o papel na moda na sociedade?
Moda para mim é uma forma de expressão, é como você se apresenta ao mundo. Através da roupa conseguimos traduzir ideias e traços de nossa personalidade.

Queremos saber mais de você. Quais são suas principais características?
Difícil falar sobre nós mesmos, né? Mas acredito que sinceridade, companheirismo e bom humor.

O que gosta de fazer nas horas vagas?
Já virou até piada no nosso time de Branding, mas os meus programas prediletos são os gastronômicos, especialmente experimentar novas culinárias, ou assistir a séries. Quando tenho mais tempo livre, gosto bastante de viajar.

Quais são suas paixões?
Viagens, gastronomia (sem muito talento na cozinha, mas adoro comer), música e moda.

Como você enxerga seu estilo?
Acredito que eu não tenha um estilo muito bem definido. Depende muito do humor e do clima aqui no Rio de Janeiro. Tem dias que prefiro o bom e velho combo jeans + camiseta preta, mais prático e certeiro impossível. Em outros, eu gosto de bermudas ou camisas estampadas. O importante é você se sentir bem como está vestido.

Sabemos que você adora comer bem. Indique 3 restaurantes do momento.
Oia, Pérgula e Puro. O primeiro é novidade aqui na cidade e já conquistou o público que está à procura de delícias gregas. Amo frutos do mar e lá eles são os carros-chefe. Para quem quer um programa mais animado, vale a ida à Pérgula, restaurante do Copacabana Palace que foi recentemente reformulado e está com um novo cardápio. O bacana é ir de quinta a domingo, quando tem DJ à noite e é uma ótima opção para drinks. Quer uma dica de programa romântico? Vá ao Puro, restô em frente ao Horto, supertranquilo e com menu delicioso.

Você também é superconectado. Dá a dica de um site ou Instagram que você adora.
Adoro o Chicken or Pasta. O site reúne os melhores programas para o fim de semana em algumas cidades do Brasil. De programação cultural a restaurantes ou festivais gastronômicos, sempre tem uma dica imperdível.

O mundo é seu ou você é do mundo? Eu sou do mundo.
Bermuda ou calça? Bermuda de dia e calça à noite.
Camisa ou camiseta? Camisa.
Tênis ou bota? Bota.
Real ou surreal? Real.
Eu mudo a moda ou a moda me eu muda? A moda me muda.
Sem dor ou sem pudor?  Os dois.
Poá ou listras?  Listras P&B.
Brindo com… Gin tônica!
Cachorro ou gato? 
Cachorro.
Mar ou montanha? Mar.

Uma mulher singular, com dons manuais que podem ser percebidos num piscar de olhos. Prova disso é que na hora de responder as perguntas dessa entrevista, a Luciana preferiu que fosse por escrito. Até aí, tudo dentro do script. Quando esperávamos um e-mail, recebemos papéis com as respostas dela à mão. E isso diz muito sobre a nossa designer de estamparia: é através das mãos que ela se expressa.

Há 3 anos emprestando tamanho talento para contornos lúdicos que ornam nossas peças, a Lu descobriu sua aptidão para o desenho ainda criança e, anos mais tarde, formou-se em Belas Artes. “Desenhar é tudo na minha vida, meu alicerce. Não consigo imaginar diferente”, revela.

Não para por aí: se no Carnaval você precisa de um adereço especial, a Lu ajuda a criar. Em busca de um lettering bonito? A primeira pessoa em quem pensamos aqui na Filó é ela. Quando o assunto envolve criatividade e beleza, recorremos à nossa designer, que prefere expressar sua essência a imprimir tendências. Seja na forma de se vestir ou ao enviar um texto escrito à mão, o que importa, para ela, é a expressão mais pura de si.

E se a Lu inveja o voo livre das libélulas, acaba encontrando a liberdade na criação, entre tintas e Nina Simone no som. E, claro, os latidos do cão Budah!

Confira a entrevista:

Conta um pouco sobre sua trajetória.
Minha trajetória profissional começou realmente quando ingressei na Escola de Belas Artes, que abriu meus olhos para o infinito leque de possibilidades no campo artístico. Comecei lá no Design de Interiores, mas quando cheguei na parte do desenho técnico, vi que não era a minha praia e pedi transferência para Pintura. Depois fiz inúmeros cursos (joalheria, ourivesaria, ilustração), até chegar na pós-graduação em Design de Estamparia. Apaixonei!

Como é seu dia a dia na Maria Filó?
O meu dia a dia consiste na criação, desenho e concepção de estampas para a marca.

O que você mais gosta no seu trabalho?
O processo inteiro me encanta, desde a concepção do tema da coleção à criação da cartela de cor, até a finalização das artes.

Como e quando você começou a desenhar?
Tenho a arte e o desenho na minha vida desde pequena. Sempre fui incentivada e estimulada pela minha família. Fazia cursos de pintura quando era criança.

O que te inspira?
Tudo ao meu redor. Na realidade, aquela faísca surge de onde menos espero. É preciso estar sempre atenta e curiosa.

Conta uma curiosidade sobre você que só quem te conhece sabe.
Hum… Meu humor! Pela manhã sou rabugenta (risos). E sou muito sensível. Às vezes me pego chorando com uma simples propaganda.

O que você mais gosta de desenhar? Tem alguma preferência?
Difícil mensurar o que mais curto, mas além das criações que faço aqui, tenho uma série de pinturas que intitulei “Espécies”, pinturas que retratam mulheres interagindo com animais de diferentes espécies. Minha intenção nessa série é mostrar que somos todos iguais, com sentimentos, sejamos animais racionais ou não. Estou começando uma nova série, mais profunda e com cunho sensual.

O que desenhar representa para você? O que você sente enquanto está desenhando?
Desenhar é tudo na minha vida. Não consigo imaginar diferente. É meu alicerce.

Se você fosse um desenho/estampa/ilustração, qual seria? Por que ele representaria você?
Acho que seria uma libélula. Invejo um pouco a delicadeza da sua forma e a liberdade de voar que elas têm.

E se esse desenho ganhasse movimento e virasse uma história, qual seria a trilha sonora?
Difícil, mas pensei em “Feeling Good”, da Nina Simone, “No Surprises”, do Radiohead, “Satellite”, da Dave Matthews Band. Tem os sambas também.

Quais são suas principais referências estéticas? Movimento artístico/designers favoritos?
Uma infinidade. Amo um pintor chamado Hundertwasser. Os clássicos, que todo mundo conhece, como Frida, Gauguin, Van Gogh, Jenny Saville, Dorielle Caimi. E por aí vai uma lista enorme.

Tem alguma estampa que mais tenha gostado de fazer? Por quê?
Amo todas, mas uma que me marcou foi a Trilha, uma das primeiras que fiz para cá.

Qual é a sua relação com a moda? Como você descreve seu estilo?
Na minha opinião, estar na moda é se sentir bem e bonita. Não necessariamente acompanhar tendências. Gosto de me sentir bem sob minha pele. Não acho que possuo estilo específico.

Pingue-pongue:

Poderosa ou empoderada? Poderosa.
O mundo é seu ou você é do mundo? Um pouco dos dois.
Mídi ou longo? Mídi e jeans.
Preto ou branco?
Os dois.
Salto ou solto? Solto.
Real ou surreal? Surreal.
Flor ou cacto?
Os dois, contrastes são importantes na vida.
Palha ou pilha?
Pilha.
Mente ou corpo quente?
Os dois.
Eu mudo a moda ou a moda me eu muda? Nenhum dos dois.
Sem dor ou sem pudor? Os dois.
Cara lavada ou maquiada?  Depende do dia e do humor.
Poá ou listras? Poá.
Cachorro ou gato?
Cachorro, o meu principalmente, Budah.
Mar ou montanha? Os dois.