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O azul na arte

O azul na arte

Contemplar o azul, do céu, do oceano, do horizonte. De alguma maneira, contemplar a paz. A cor pacifica a mente e o espírito, mas não só. Também evoca clareza, simplicidade e elegância.

Cientistas acreditam que nem sempre o céu e o mar foram azuis. Ou melhor, nem sempre os olhos humanos foram capazes de reconhecer a cor. Criada pelos egípcios há mais de seis mil anos atrás, é difícil hoje imaginar um mundo sem a beleza tranquila do azul.

E nem todo azul é pura tranquilidade, diga-se de passagem. O azul na arte ganha novos olhares e abordagens. Não faz muito tempo que um artista francês inventou um tom de azul cool, enérgico e fresco. É o azul Klein, nomeado pelo seu criador Yves Klein nos anos 40.

O azul Klein hoje aparece pontuando obras importantes e peças de roupas que nos amamos. Mas outros tons de azul colados com o branco marcam trabalhos de alguns dos artistas mais celebrados do mundo.

O azul na arte

Ou quem nunca ouviu falar da Fase Azul de Pablo Picasso, dos recortes azuis de Matisse, da grande onda de Katsushika Hokusai, pintado em 1831?

O azul na arte

No Brasil, por exemplo, Athos Bulcão deixou sua marca em azul e branco impressos em azulejos, que também marcam o trabalho da artista carioca Adriana Varejão.

O azul e branco são uma mistura infalível e inspiração infinita no design, na arte e na moda. E também em paisagens que tiram nosso ar.

E a gente, afinal, adora perder o ar por coisas belas!

Conheça as novidades da coleção.

Santorini

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