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Santa Teresa, um refúgio na cidade

Um verdadeiro refúgio no tempo, Santa Teresa leva o nome de um convento construído no século XVII no alto do morro onde fica o bairro. Em 1744, se popularizou com a construção das vias de acesso. Atraídos pelo clima agradável, os europeus foram os primeiros a ocupar a região, por isso as mansões com traços da Art Noveau construídas ao redor do morro.

Cercado por casarões do final do século XIX e início do século XX, o encontro da história e da arte proporciona uma verdadeira viagem no tempo.  Até hoje Santa Teresa preserva seu charme, tornando-se uma alternativa de lazer, qualidade de vida e luxo com estilo descolado e despretensioso. Selecionamos algumas dicas para quem quer curtir o Rio à moda carioca.

Onde ficar: Hotel Santa Teresa

Hotel Santa Teresa
Foto: Hotel Santa Teresa

Localizado na parte histórica da cidade, no coração do bairro de Santa Teresa,  o hotel combina autenticidade e design “tropical chique” em seu projeto construído em uma fazenda colonial. Debruçado sobre uma vista panorâmica da Baía do Rio entre jardins tropicais e uma piscina de azulejo, seus ambientes combinam materiais e móveis tipicamente brasileiros.

Hotel 2
Foto: Hotel Santa Teresa

Com apenas 44 apartamentos e suítes, conta com um spa da Natura que convida o hóspede a relaxar com massagens banhado por óleos da Amazônia, com o Bar dos Descasados, famoso por receber um público descolado e fiel. A gastronomia contemporânea brasileira do restaurante Térèze, eleito como um dos melhores de hotel do Rio, tem vista panorâmica para toda a Baía de Guanabara e a cidade, pratos saborosos e bem elaborados, além de um serviço e atendimento de alta qualidade.

Um ponto de luxo e tranquilidade em pleno Rio de Janeiro!

Onde comer: Restaurante Aprazível

Foto: Restaurante Aprazível

Em ambiente extremamente agradável e com uma vista deslumbrante para o Rio de Janeiro, o Aprazível serve comida artesanal brasileira e boa seleção de cachaça. O restaurante, no alto de Santa Teresa,  fica em um casarão antigo rodeada de jardins. São muitos os motivos que fazem jus ao nome: a vista da Baía de Guanabara, o entardecer poético, as árvores frondosas que refrescam no verão e protegem no inverno, os ambientes aconchegantes e a música ao fundo fazem a ida ao Aprazível uma verdadeira experiência sensorial.

No cardápio se encontra muitos elementos tropicais, como orgânicos de plantio sustentável e matérias-primas exclusivas de diferentes partes do país, fundindo cozinha brasileira e internacional.

Um restaurante imperdível: Bar do Mineiro

Os legítimos minipastéis de feijão são marca registrada, combinado com uma cerveja gelada, se torna um tira-gosto imperdível. Icônico boteco carioca, famoso também pela feijoada e cachaças, em casa rústica, típica do bairro. É um lugar descontraído e tradicional. O mineiro Diógenes Paixão conseguiu estampar sua paixão pela arte nas paredes no bar, repletas de cartazes com referências culturais, objetos, fotos , artesanato e várias marionetes que encarnam figuras como Cartola, Tim Maia, Carmem Miranda. Uma verdadeira experiência!

O que fazer:

Bondinho
Foto: divulgação

– Passeio no tradicional Bondinho
Marco turístico da cidade, foi inaugurado em 1896. Hoje único na cidade, considerado símbolo do bairro carioca desde 1862, permite acesso direto ao Centro da cidade com uma vista de tirar o fôlego para os Arcos da Lapa.

Visita ao ateliê da Deborah Cost
Com patchwork do Rio e pinturas arquitetadas por meio de panos, Deborah Costa deu novo sentido às curvas sinuosas e orgânicas das praias e montanhas do Rio de Janeiro.

Visita ao ateliê Atelier Zemog
Zemog tem uma relação especial com o mundo à sua volta. Quando seu olhar cai sobre qualquer objeto, insignificante ou luxuoso, elegante ou kitsch, ele se transforma em múltiplas plenitudes. O ateliê onde o artista expõe seus ricos trabalhos tem uma surpresa estética em cada canto e o calor histórico de sua arquitetura dos anos 30.

– Museu da Chácara do Céu
Antiga residência de Castro Maya, o museu da exibe coleções de arte de diversos períodos e de diferentes origens, livros raros, mobiliário e artes decorativas, distribuídas em uma casa com três pavimentos. A casa, conhecida desde 1876 como Chácara do Céu, foi demolida em 1954 e, em seu lugar, o arquiteto Wladimir Alves de Souza projetou uma residência com características modernas integrada aos jardins que permitem uma magnífica vista da cidade e da Baía de Guanabara. Hoje, além das exposições, o museu mantém dois cômodos originalmente mobiliados e ambientados, a fim de preservar o caráter de residência do local.

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