O blog da Maria Filó

Mulheres viajantes no cinema

Viajar é uma das melhores coisas da vida. Pegando carona na nossa coleção Buen Camino, hoje relembramos de protagonistas que decidiram se aventurar sozinhas pelo mundo. Não apenas no cinema, como também na vida real, só cresce o número de mulheres que botam o pé na estrada com as próprias companhias.

Alguns dados interessantes

  • Em 2017, uma pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo revelou que 17,8% das mulheres brasileiras preferem viajar sozinhas. Segundo as entrevistadas, a principal motivação delas seria a vontade de viver novas experiências, acompanhadas ou não. Já 11,8% dos entrevistados do sexo masculino compartilharam do mesmo desejo.
  • As mulheres se dedicam mais à busca de passagens ou planejamento de viagens. No Brasil, por exemplo, 70% das pesquisas realizadas em buscadores de passagens aéreas (TurismoCity, 2019) foram feitas por mulheres.

Exercício de autoconhecimento

Conhecer novos lugares, culturas e pessoas é inspirador e que promove experiências únicas e inesquecíveis. Em um momento em que as mulheres estão mais conectadas consigo mesmas, viajar se torna uma experiência única para estimular o autoconhecimento.

Aqui você pode ler mais sobre esse assunto e ter ideias de destinos com foco espiritual.

Nas telas

No cinema, o que não faltam são exemplos de mulheres que seguiram sua intuição. Sendo assim, decidiram partir para desfrutar de tudo o que está fora das portas de suas casas. Tem tramas que nos levam para outros continentes, envolvem amor próprio, pelo outro, grandes desafios.

Além disso, servem como inspiração para quem sente o desejo de cair na estrada. Temos algumas dicas para inspirar sua aventura.

Comer, Rezar e Amar (Eat, Pray, Love) – 2010

Mulheres que viajam

O filme protagonizado por Julia Roberts é um clássico quando se trata de mulheres que saem rumo a novas experiências. Liz Gilbert passa por um divórcio e tem que enfrentar vários momentos de mudança em sua vida. Por isso, acaba ficando confusa em relação aos seus objetivos e decide embarcar em uma jornada por três lugares bem diferentes um do outro: Itália, Índia e Bali.

Os encontros, conexões e paixões são os temperos do período de autodescoberta e muitas reflexões. Elizabeth decidiu sair de sua zona de conforto com o objetivo de ficar perdida para se encontrar.

Livre (Wild) – 2014

Mulheres que viajam

Viagens sempre trazem grandes lições. Em Livre, Cheryl Strayed, vive rodeada por dramas e vícios. Para quebrar esses ciclos, a personagem vivida por Reese Witherspoon, decide percorrer trilhas entre os EUA, México e Canadá. Nos trajetos repletos de natureza quase intocada, ela enfrenta muitos desafios e tem suas convicções confrontadas. Por fim, a produção deixa uma reflexão sobre superação, liberdade e autoconhecimento.

Sob o Sol da Toscana (Under The Toscan Sun) – 2003

Mulheres que viajam

Após uma reviravolta em sua vida amorosa, depois que descobre uma traição de seu marido, Frances Mayers decide ir atrás de respostas para seu momento atual. Sua melhor amiga sugere uma viagem para a Itália como tentativa de mudança de ares.

Na viagem que acabou ganhando um tom de permanência, a escritora reescreve sua própria vida, além de estabelecer novos vínculos que deixarão sua nova rotina ainda mais interessante e renovada.

Brooklyn – 2015

Mulheres que viajam

A realização de sonhos é o que move a história de Brooklyn. Ellis Lacey sai da Irlanda e vai para os Estados Unidos, para viver no bairro que dá nome ao filme. O período de adaptação da irlandesa em seu novo lugar não é nada fácil. Mas aos poucos sua nova vida entra no caminho que deve seguir. Em meio à todas as novidades, Ellis conhece Tony, um bombeiro que mexe seu coração. Logo, a jovem se encontra em uma situação difícil, escolher sua nova vida ou sua cidade natal.

Nossa viagem

Cada personagem tem sua história, sua viagem e seu caminho. Aliás, as rotas estão presentes na nossa coleção de outono/inverno. Itália, Bali, Estados Unidos, Canadá, são alguns dos backgrounds para as tramas que falamos antes. O nosso é o Caminho de Santiago de Compostela, um lugar que proporciona grandes e profundas experiências, cheias de reflexões e memórias.

Mulheres que viajam

Nossa história também tem suas protagonistas. Adriana Lotaif é uma delas. Sua trajetória pelo Caminho de Santiago de Compostela foi marcada por momentos que até hoje não saem de sua memória. A viagem durou 6 dias de caminhada e o som dos bastões batendo no chão formavam a trilha sonora que a acompanhava.

Relatos marcantes sobre o percurso é o que não faltam e nós ainda contaremos mais por aqui. Aguardem, pois temos mais mulheres inspiradoras que chegaram até Santiago com o astral renovado.

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