Arte ao alcance das mãos

Imagem: www.itsnicethat.com

Embora às vezes esteja em ambientes intimidadores, com uma áurea misteriosa e inacessível, a arte existe para ser desvendada por todos os olhos, sentida e apreciada, mesmo quando não totalmente compreendida. E o que pode ser mais gostoso que entrar num museu, se surpreender e se apaixonar por uma nova obra, conhecer uma galeria e admirar um quadro inesquecível?

Arte ao alcance das mãos

Imagem: Facebook Smartify

E foi pensando nisso que foi criado o Smartify, um app bacanérrimo que ajuda a “rastrear” trabalhos artísticos pelo mundo, trazendo informações como o nome do autor e a data da criação, além de curiosidades preciosas como o contexto, etc.

Arte ao alcance das mãos

Imagem: Facebook Smartify

O aplicativo – uma colaboração entre o aplicativo, os museus e a Wikipedia – já conta com 30 instituições, que catalogaram suas obras para você navegar e conhecê-las melhor. Podemos saber mais sobre exposições no Royal Academy of Arts e National Gallery, em Londres, o Metropolitam Museum, em NY, e o Rijksmuseum, em Amsterdam, além de museus na Rússia, Itália, França e em outras cidades nos Estados Unidos.

Imagem: Facebook Smartify

Ainda não tem nenhum museu brazuca entre os participantes, mas como o Smartify ainda é novidade, talvez logo, logo a arte brasileira esteja entre as que podem ser vistas e admiradas ao vivo e pelo app.

O download é grátis, é só baixar e viajar por aí!

 

Colagem

Imagem: Kate Rabbit

Um olhar inusitado e um tanto surreal sobre o mundo que nos cerca. Assim é a arte da colagem, que une referências num jogo de ótica que nos desafia a encarar imagens de outros pontos de vista.

Quebra-cabeça nada óbvio, com encaixes livres e que nos levam para novos mundos, ela é um convite delicioso a deixar o inconsciente falar, como num belo sonho. Por aqui reunimos artistas com olhos espertos que têm renovado esse universo artístico.

Colagem

Imagens: @ohfajar | Merve Özaslan

Puro deleite aos olhos, as colagens de Kate Rabbit fazem parte do projeto ultrafeminino #museblooms, com 100 colagens delicadas que reúnem musas, flores e desenhos à mão em perfeita sintonia.

Colagem

Imagens: Beth Hoeckel

Já a proposta do indonésio Fajar Domingo tem um “que” de surrealismo, confere uma interpretação para lá de contemporânea sobre esse lindo movimento artístico.

Se você é fã de paisagens de tirar o fôlego, nossa dica é ficar de olho no trabalho irreverente da Merve Özaslan, que brinca com visuais panorâmicos que surgem pontuando objetos. Para ele, cada detalhe é uma imensidão.

Colagem

Imagens: Ben Giles | Sammy Slabbinck

Para quem também gosta de pintura e desenho, o inglês Ben Giles é uma ótima dica de artista. Com um trabalho maximalista, ele cria artes exuberantes, coloridas, sobrepostas e repletas de detalhes.

Irônico e experimentador, Sammy Slabbinck faz colagens que por trás passam mensagens relacionadas às questões contemporâneas. Ele também cria artes lúdicas, que já valem por sua beleza.

Colagem

Imagem: Beth Hoeckel

Não resiste a uma novidade fresquíssima? A obra supercool de Beth Hoeckel é antenada com seu tempo, com uma paleta cromática e elementos para lá de modernos.

Já a italiana-alemã Michela Picchi é uma artista múltipla, que reúne o amor pelas cores com a ilustração, criando artes múltiplas, abusando de desenhos chapados e clara paixão por felinos.

Colagem

Imagens: Michela Picchi | Beth Hoeckel

Qual é o seu favorito? Na dúvida, melhor seguir todos!

O artista de rua Max Zorn cria seus retratos usando dois elementos: fita adesiva e bisturi. O processo criativo se dá a partir da sobreposição das fitas em um painel iluminado que vai ganhando vida em um tom sépia. Max aproveita as luzes urbanas e cola sua arte nos postes de rua para dar mais visibilidade ao seu trabalho. Seu talento genial vira uma galeria a céu aberto. O resultado é lindo.

Confira no vídeo abaixo:

[vsw id=”PrnI8gd2Da0″ source=”youtube” width=”640″ height=”344″ autoplay=”no”]


Homenageando os grandes mestres

O fotógrafo australiano Bill Gekas tem um talento nato para retrato. Ele usou sua filha de cinco anos de idade como o modelo para homenagear os antigos mestres de pinturas como Vemeer e Rembrandt. Gekas recriou cenários da metade do século 18, e usando luzes estroboscópicas, manteve a aparência de uma iluminação suave e natural. Depois capricha na pós-produção. Veja abaixo:

Janara Lopes.

Lindo o trabalho do artista francês Bernard Pras. Ele cria essas incríveis esculturas com objetos comuns do dia a dia, fazendo um quebra-cabeças que faz sentido somente ao serem vistos de um determinado ângulo.

Demais, não é?