O blog da Maria Filó

Uma estrela nada solitária

Craque da Maria Filó, nossa gerente de Atacado adora lidar com pessoas. Assim como no futebol – esporte pelo qual a Camila Rezende é apaixonada – o trabalho em equipe e a troca com os outros integrantes do time a motivam a estar sempre em movimento. Assim como uma boa técnica, ela lidera um grupo afiado, com representantes espalhados por todo o país, proporcionando o contato constante com pessoas de diferentes culturas há quase 5 anos.

Botafoguense de carteirinha, a mãe da pequena Maitê não perde um jogo do seu clube de coração. Hoje ela conta aqui quais loucuras já fez pelo time e reflete sobre o golaço que foi trazer a filhota ao mundo depois de tanto sonhar com a chegada dela.

Para a Camila fica aqui nosso muito obrigada por ser essa parceira para todas as horas. Para nós, ela já é campeã!

Descreve um pouco do seu dia a dia. Quais são suas funções aqui?
Amo lidar com pessoas. Gerencio o canal de vendas multimarcas. Minha equipe interna é formada por 4 pessoas. Temos um clima ótimo e todas são extremamente comprometidas. Além da equipe interna, coordeno uma equipe de 12 representantes regionais, que vendem nossa marca para multimarcas de todo o Brasil. Diariamente lido com pessoas, seja representante ou cliente multimarca. Amo pessoas e a minha função me proporciona (e muito!) isso.

Como esses encontros somam na sua vida?
Lidar com pessoas de diferentes regiões do país é muito enriquecedor. São tantas histórias que ouço, principalmente quando estou conversando pessoalmente com nossos clientes. Venda é minha paixão e acho que consigo fazer isso com naturalidade.

Conta um pouco sobre sua experiência recente de ser mãe. O que mudou?
Estou apaixonada. Maitê é uma bebê tranquila e muito feliz. Ela é a realização de um sonho para mim. Mudanças? Muitas! Mas faz parte do momento. Saidinhas à noite ultimamente são mais difíceis. Mas quem quer sair muito quando se tem uma bebê delícia em casa te esperando?

Você é viciada em futebol, né? É assim desde sempre? Conta sobre essa história de amor.
Sou! Mais precisamente viciada no Botafogo (risos). Quem plantou a sementinha do Botafogo em mim foi um tio muito querido, que vivia levando eu e meus primos para passear. No colégio me perguntavam o meu time e eu dizia: “sou Botafogo!”. Sou filha de pai português flamenguista (como pode isso?) e mãe também flamenguista, mas eles nunca foram fanáticos como eu. No colégio, minha melhor amiga era botafoguense e a família dela sempre me levava para ver as partidas. Depois, quem passou a ir comigo aos jogos foi meu primeiro namorado, também alvinegro. Eu seguia frequentando os estádios, até que a paixão foi aumentando e 1 vez por semana saía da escola e ia assistir aos treinos. Mas minha mãe proibiu e eu me contentava apenas com os jogos às quartas-feiras e aos finais de semana.

O que futebol representa para você?
Para mim é uma paixão, uma válvula de escape, um momento meu. Momento de estar com amigos, de confraternização e de extravasar.

Alguma história engraçada envolvendo futebol? Já deixou de fazer algo por causa do Botafogo?Tenho uma ótima! Estava em Nova Friburgo num final de semana, 1ª viagem com o meu “crush” da época, tudo romântico. Ele me pediu em namoro no sábado e começou a me falar dos planos para o dia seguinte, domingo. Eu o interrompi e falei: “Lindo, desculpa, mas tenho que voltar cedo para o Rio. Amanhã ao meio-dia sai o ônibus rumo à Volta Redonda para a final do campeonato carioca. Depois de um tempo, ele me contou que num primeiro momento quase terminou comigo porque pensou que eu preferia o Botafogo a ele, mas que logo em seguida pensou que eu era cheia de personalidade e gostou disso. Gostou tanto que casou comigo e estamos juntos até hoje.

Complete a frase: nada melhor que… viajar.

Pingue-pongue:
O mundo é seu ou você é do mundo? O mundo é meu.
Sem dor ou sem pudor? Sem dor.
Mente pensante ou coração pulsante? Mente pensante.
Você muda a moda ou a moda te muda? Um pouquinho de cada.
Um gol inesquecível… 02/05/2018, a chegada da Maitê ao mundo. Ah, do Botafogo? Falta pelo lado esquerdo do campo, bem próxima da linha lateral. A bola é levantada na área, há o desvio e Túlio Maravilha empurra para o gol. 1995, final do Brasileiro no Pacaembu, contra o Santos.
Para acompanhar um jogo… nada melhor que uma cervejinha.

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