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Na Viagem

Kyoto – a capital imperial do Japão

Sempre tive o sonho de conhecer o Japão e em Fevereiro passado surgiu uma oportunidade. Ia com meu marido para Los Angeles, para assistir ao Grammy e ele propôs que aproveitássemos a metade do caminho para dar uma “esticada” até a Ásia.

Topei na mesma hora e comecei a pesquisar que lugares valeriam a pena, depois de Tóquio, é claro! Uma cidade foi unânime, entre todos que perguntei e matérias que li: Kyoto ou Quioto. Para conhecer o antigo Japão e suas tradições, é obrigatória uma visita à cidade.

Capital imperial do Japão, com um milhão e meio de habitantes, Kyoto foi destruída por guerras e incêndios mas foi poupada da bomba atômica, lançada sob Hiroshima.

Kyoto ficou conhecida como a cidade das gueishas e dos inúmeros e variados templos budistas, tendo sido a capital do país por onze anos.

O acesso é bem fácil, basta pegar o trem bala (shinkanssen, em japonês) desde Tóquio e em pouco mais de duas horas você chega à moderna estação de trem de Kyoto, que parece mais um shopping center.

O difícil é escolher o que conhecer na cidade. O turista tem que optar por alguns dos vários templos. De cara, fomos no Templo Daitoku-ji, um complexo budista, fundado em 1325, que ficou famoso por suas cerimônias de chá e seus jardins de pedra e que fascina pela sua dimensão. Logo de cara, vi a primeira gueisha e fiquei impressionada com a riqueza de detalhes no figurino.

No caminho, várias lojinhas típicas, bem legais para comprar lembranças, como leques, lenços e quimonos.

Pertinho dali, ainda tem outros templos que valem ser visitados, como o Kinkakuji, conhecido como Golden Temple, uma das visões mais impressionantes que tive do Japão.

Outro lugar que adorei foi o mercado local, Teramachi, com várias lojinhas fofas de louças e objetos de decoração orientais, além de peixes frescos e variedade de saquês.

A gastronomia é outro ponto forte da cidade. Comi muitíssimo bem no Japão. Almocei no Takashimaya, que chamei de “o menor restaurante do mundo”, com apenas três mesas, mas ótima comida. E indicada pelo concierge do hotel, fui em um restaurante onde ninguém falava inglês e não havia tradução para o cardápio – uma verdadeira aventura! Mas uma das melhores refeições que fiz no país: um verdadeiro banquete gastronômico! Chama-se Mune e fica no centro de Kyoto.

Para se hospedar, recomendo muito o Hyatt Regency, que é super bem localizado, ao lado de templos e museus, tem serviço impecável e excelentes restaurantes.

E já que estávamos do outro lado do mundo, resolvemos conhecer o máximo de cidades possíveis e recomendado pelo excelente concierge do Hyatt Regency Kyoto,  pegamos de novo o trem e em uma hora estávamos em Nara, outra cidade histórica que vale ser visitada e é conhecida por ser a cidade dos veados – que andam soltos por todo canto – e dos monastérios budistas.

Esta é a época ideal para conhecer o Japão: o iêne está em baixa e é a temporada das cerejeiras, que infelizmente perdi. Mas isso fica para uma próxima viagem!

Onde comer: Takashimaya e Mune
Onde comprar: lojinhas antes dos templos e mercado Teramachi
Onde se hospedar: Hyatt Regency Kyoto

     

    *Renata Araújo é autora do blog de viagens You Must Go.

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